Desmentindo histórias do suposto assalto no Meta

Desde a última quarta-feira (16) as redes sociais tem comentado a respeito de um suposto assalto nas dependências do Colégio Meta, localizado no bairro Abraão Alab, uma das instituições mais tradicionais de ensino da capital.

Entre as histórias que circulam, existe a conversa de que homens armados teriam invadido o colégio, que não teria nenhum funcionário no pátio, que alunos foram rendidos com a recepcionista que teria ficado sob a mira de armas e que uma professora havia se demitido por toda essa situação.

Fui até o colégio na quinta-feira (17) e de cara encontrei a recepcionista que negou tudo, que utilizaram inclusive imagem dela para relatar a falsa história. Fui recebido pelo Tony de Luca, um dos proprietários e coordenadores do colégio, que me mostrou as imagens das câmeras e constatei o contraditório do que circulava.

Por motivos óbvios de preservação dos alunos, as imagens não foram liberadas a nenhum veículo de comunicação. No sistema de vigilância um aluno que deixava o colégio, passou e o portão ficou entre aberto, o que numa ação rápida, onde o carona de uma moto saltou e pegou os celulares de dois alunos que estavam na porta do colégio.

Por sorte não aconteceu nada pior, apenas danos matérias. A ação durou sincronizados cinco segundos. O colégio sempre priorizou os cuidados com os alunos, pois nos últimos anos adequou a estrutura para limitar os espaços e garantir a segurança de todos.

Há vinte e dois anos atrás que estudei naquele colégio e já havia essas problemáticas naquela região. Um grupo de colegas chegou a sofrer tentativa de assaltou no parque da maternidade enquanto caminhavam para o skate parque, quando foram abordados por marginais, que se deram mal devido o grupo ser formado por skatistas que utilizaram as pranchas para colocar o meliantes para correrem.

Atualmente para se ter acesso ao colégio precisa passar por dois portões eletrônicos e a recepcionista que comanda a entrada como uma verdadeira guardiã. Ela guarda tão bem quem entra e sai, que só libera com autorização ou se for o pai de aluno. Em casos especiais para ex-alunos e tem a fisionomia de todos depois de vários anos. Ficam as explicações devidamente feitas e desmentindo as fake news.

Victor Augusto

Prazer, Victor Augusto, 37 anos, acreano, jornalista e académico de direito. Por isso, criei este espaço onde compartilho minhas experiências e aprendizados. Afinal, acredito que conhecimento deve ser diário para nossa evolução. Por aqui, abordo assuntos sobre estilo de vida, com ênfase em levar uma vida baseada na informação, já que é minha área de formação e atuação.

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