Os riscos e perigos da bomba d’água


As bombas d’água conhecidas também como bomba mergulhão, são muito utilizadas, principalmente na zona rural, mas exigem atenção redobrada durante a instalação, o uso e a manutenção. Por funcionarem em ambientes úmidos e utilizarem a eletricidade para funcionar, o risco de choque elétrico é alto quando não são adotados os cuidados necessários.
“É fundamental redobrar a atenção, pois água e energia elétrica não combinam. A instalação deve ser feita corretamente por um profissional qualificado, que utilize os equipamentos de proteção adequados, garantindo a segurança e evitando acidentes”, alerta a técnica de segurança da Energisa Acre, Miriam Moura.
Outra orientação importante é a realização de manutenções no equipamento, com o objetivo de prevenir problemas maiores ou até acidentes domésticos envolvendo choque elétrico.
“É essencial que o proprietário esteja atento às manutenções preventivas e observe se há fiação mal isolada ou desgastada, se o aterramento está inadequado ou inexistente, além de possíveis falhas internas no equipamento”, explica Miriam.
Ignorar esses sinais pode resultar em choques elétricos graves, inclusive fatais, ou em incêndios provocados por curto-circuito. Por isso, a distribuidora reforça orientações básicas de segurança:
  • Não manusear o equipamento enquanto estiver ligado;
  • Não realizar reparos improvisados;
  • Contratar sempre um eletricista qualificado ou técnico especializado.
A Energisa também reforça que intervenções na rede elétrica são perigosas e podem resultar até mesmo em óbito. Somente profissionais da concessionária estão autorizados e capacitados a realizar serviços que envolvem as redes elétricas, sejam elas de baixa ou alta tensão.
“Contratar pessoas para solucionar problemas na rede de distribuição é uma prática ilegal e perigosa, tanto para o prestador de serviço quanto para o contratante e quem mora no imóvel. A orientação é sempre entrar em contato com a Energisa e acionar nossas equipes”, afirma a técnica de segurança.

Victor Augusto

Prazer, Victor Augusto, 37 anos, acreano, jornalista e académico de direito. Por isso, criei este espaço onde compartilho minhas experiências e aprendizados. Afinal, acredito que conhecimento deve ser diário para nossa evolução. Por aqui, abordo assuntos sobre estilo de vida, com ênfase em levar uma vida baseada na informação, já que é minha área de formação e atuação.

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