O Estado do Acre passou a investir na produção de soja não tem muito tempo. Mas por ser algo novo, alguns produtores acabaram não se atentando sobre a ferrugem asiática, doença essa que é causada por um fungo que pode levar a perca de toda a produção.
Na busca em conscientizar produtores e profissionais do setor de produção, o governo do Acre e a Federação de Agricultura e Pecuária do Acre realizaram um seminário para tratar sobre o vazio sanitário, uma estratégia adotada para combater a doença como explica a coordenadora do Programa de Sanidade das Grandes Culturas do Idaf, Ligiane Amorim.
"O vazio sanitário é necessário, pois o fungo causador da doença pode prejudicar toda a produção e dificil de controlar", disse a coordenadora.
O diretor técnico do idaf, Vander
Melo, destaca que parte da estratégia depende da fiscalização, que está contida
na legislação.
"A fiscalização é necessária para lembrar os produtores que devemos evitar a proliferação do fungo e seguir o modelo da livre aftosa em todo o país", destacou o diretor.
No Acre, o vazio sanitário, proíbe o cultivo e a manutenção de plantas vivas de soja, tendo início em 22 de junho e vai até 20 de setembro de 2025. para o vice-presidente da federação, Edivan Maciel, o assunto deve ser tratado de interesse por toda a sociedade, pois representa um prejuízo a produção estadual.
Edivan Maciel – vice-presidente Faeac


