Cidade e da Secretaria Municipal de Agropecuária, iniciou os trabalhos de organização e limpeza da Central de Abastecimento (Ceasa), localizada no Distrito Industrial, além dos mercados públicos da capital, para a realização da 15ª Feira do Peixe. O evento acontece nos dias 1º, 2 e 3 de abril.
A ação tem como objetivo garantir um ambiente adequado, limpo e organizado para receber a população durante o período da Semana Santa, tradicionalmente marcado pelo aumento no consumo de pescado.
De acordo com o secretário municipal de Cuidados com a Cidade, Tony Roque, a
determinação da gestão municipal é assegurar que todos os pontos de comercialização estejam preparados para atender bem os consumidores.
“Essa é uma determinação do prefeito Tião Bocalom para a programação da Semana Santa, visando atender a população com espaços limpos e organizados. Estamos mantendo o planejamento em todos os locais que vão receber o público, tanto para a compra quanto para o consumo de pescado. É importante destacar que todos os pontos em Rio Branco estão passando por serviços de limpeza”, ressaltou.
Segundo o gerente operacional da Ceasa, Aersso Felipe, a expectativa é de uma feira ampla e com grande participação de produtores. Além dos piscicultores de Rio Branco, cooperativas de municípios vizinhos e até de outros estados também devem participar, fortalecendo a oferta de pescado na capital.
“A feira acontecerá nos bairros Elias Mansour, São Francisco, Rui Lino, Estação Experimental e também no Universitário, que volta a receber o evento este ano. Teremos produtores de Bujari, Acrelândia, Brasiléia e até de Rondônia, garantindo uma grande quantidade de pescado para comercialização, principalmente na Ceasa”, destacou.
A 15ª Feira do Peixe já se consolidou como uma das principais iniciativas de incentivo à produção local e de fortalecimento da economia durante a Semana Santa, proporcionando à população acesso a produtos de qualidade em diversos pontos da cidade.
A previsão, segundo a organização da feira, é que sejam comercializadas cerca de 146 toneladas de peixe, além de produtos da agricultura familiar, fortalecendo ainda mais a economia do homem do campo.
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