Blocos na rua

 


Regresso

Meus amigos leitores (quase sai eleitores), o momento pediu silêncio para observar as coisas fluírem durante esse período pré campanha e momento de campanha que se caminha para as eleições. Você notou que quase duplicaram o número de candidatos a vereadores da nossa capital para dezessete vagas?

 

Só de butuca

Observei muito mais do mesmo e arengas sem propostas, onde de uma forma discreta se nota o clube do bolinha tentando se sobressair por cima da carne seca da prefeita Socorro Neri (PSB). Que dentro da sua resiliência vem realizando seu trabalho e mostrando sua campanha após o expediente.

 

Recordando

O atual momento também me recorda as eleições de 2008. Na época o prefeito era o professor Raimundo Angelim (PT) que disputava sua reeleição, mas sobre a alegação de seus opositores que era um candidato cansado e antipático, pois não recebia ninguém no gabinete. E Angelim foi reeleito e ovacionado. O mesmo tentam fazer com Socorro Neri ao tentar comparar com seu antecessor Marcus Alexandre (PT).

 

Ele é bom

Marcus Alexandre (PT) foi um prefeito que soube se fazer e sem seguir a cartilha do partido, do contrário ficaria engessado e não teria tido a popularidade que teve, que só não virou governador por antipatia da população com seu partido.

 

Eita, o prefeito

Angelim foi um grande prefeito, pois ele foi aquele que organizou a prefeitura de dentro para fora, enquanto Marcus pode sair e fiscalizar os bairros, já era de seu cotidiano, característico da profissão viver e sentir o trecho. Todo morador de Rio Branco tem habitualmente o costume de levantar cedo e se simpatizava em abrir a janela, enquanto coava o café, enxergar o prefeito passando na rua.

 

Blá blá blá

O que se nota são os “especialistas políticos” ou mais vividos de gestões anteriores alegarem ou repetirem o que os candidatos alegam contra seus adversários. Observe também como cresceu o número de veículos de comunicação chamados “independentes”, mas que estão ligados a um candidato nessas eleições.

 

É o povo

Defendo que quem faz o candidato eleito é o eleitor e não números de institutos do mundo de Oz. O acreano sabe de quem gosta, se gosta e sabe dizer na lata se não gosta também, sem precisar terceirizar a vontade de dizer suas verdades.

 

Olha a ripada

Esse ano eleitoral será diferente dos outros e as eleições ocorrerão em um período de muita chuva no nosso Estado do Acre. Restam ainda mais de trinta dias para a eleição e peço a você que não terceirize a responsabilidade de deixar os outros votarem por você por ter se decepcionado por candidato A ou B. São poucos dias para decidirmos e um único dia para determinar como serão nossos próximos quatro anos. Vá votar nem que seja na força do ódio, mas vote para depois não ficar só reclamando sem ter feito sua parte.

 

Estamos de olho

Só gostaria de lembrar que tem uma meia dúzia de colegas que emprega mais familiares do que os partidos aliados nos poderes executivos e nem chamam para o chá de casa nova. E olha que nem foram candidatos...estamos de olho!

Victor Augusto

Prazer, Victor Augusto, 37 anos, acreano, jornalista e académico de direito. Por isso, criei este espaço onde compartilho minhas experiências e aprendizados. Afinal, acredito que conhecimento deve ser diário para nossa evolução. Por aqui, abordo assuntos sobre estilo de vida, com ênfase em levar uma vida baseada na informação, já que é minha área de formação e atuação.

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