O nazismo popular do novo acreano

Ontem desembarcou na cidade, uma colega jornalista, que veio a Rio Branco conhecer um pouco de nossa história e de nossa gente. Me senti extremamente envergonhado. A primeira coisa que ela me perguntou foi sobre o acesso aos museus da capital e foi deprimente falar que praticamente todos estão fechados.

O Museu da Borracha há uns quatro anos não abre suas portas para acesso ao publico, o Memorial dos Autonomistas caindo aos pedaços e com risco de pegar fogo com a fiação comprometida, além de correr o risco de desabar a parte do teatro Hélio Melo e por ai vai.

Descendo até o Mercado Velho a pouca história que se tem acesso e que se localiza nas paredes do espaço, encontram-se rasgados por pessoas que acham que aquilo não tem valor algum ou que podem danificar e outro arruma. Passaremos por aqui como zé ninguém.
Um povo que não respeita sua própria história, lamentavelmente não tem o poder de exigir que um governo cuide dela. Que dilema triste a historia do Acre se encontra.

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