Essas patifas

Homem não presta. Homem não liga no dia seguinte. Homem não vale nada. Homem não presta de novo. Homem é tudo ao mesmo tempo e também não nada. Assim somos definidos pelas mulheres e a campanha é tão certa que até nos, rabiscos da humanidade concordamos.

Mas acredito que muitas delas concordam que nos maltratam, sim, o mundo também é habitado por mulheres canalhas.  As mulheres podem fazer coisas até para prejudicar a amiga, a colega, a flor ou a “abiga”.

Existem dois tipos de mulheres, as legais que gostam de nos e as que não nos compreenderam. Com isso, somos levados à reflexão de que tudo não passa de uma reviravolta na mesa do operador do amor, passando a paga com a mesma moeda aquela divida histórica do inicio das eras do amor.

Mulheres que admiramos. Sim essas musas, divas, deusas de voo baixo também podem cometer canalhices com esses moços, pobres moços. A perversão feminina é mais sofisticada. Somente elas são capazes de saber nos pisar com estilho. Elas dirão que nos não sabemos apanhar. Ledo engado. O feio apanha a vida toda e o galã só quando mija fora do penico e é descoberto.

Sim, as mulheres sabem ser cruéis e maltratar os sentimentos desses moços, inocentes e despreparados moços, que se colocam a prova em vencer distancias para encontrar a sua possível costela de Adão, viaja com a crença do maior dos devotos de Eros e quando chega ao destino do amor gostosinho, descobre que ela foi pra festa, que foi com as amiga, que está no churrasco com o namorado. E sem desconfiar, ela se encontra na casa ao lado numa horizontal com o vizinho e é nesta hora que o homem sente o doce amargar da verdade.

No mundo das incertezas amorosas, a única certeza é a de que nada sabemos. Somos tolos, nos sentimos magoadinhos e não lembramos do que muito fizemos. Ninguém está preparado para a histórica vingança na base das cafas. As sugestões que temos para evitar isso é nunca nos apaixonarmos ou caçar Pokémon que tem mais futuro.


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